Ceará registra melhor resultado de empregos formais para abril desde 2020 e se destaca como segundo maior gerador de empregos no Nordeste
Em abril deste ano, o Ceará gerou 9.221 novos empregos formais, de acordo com os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego nesta quarta-feira (28). Com esse resultado, o estado se consolidou como o segundo maior gerador de empregos na região Nordeste, ficando atrás apenas da Bahia, que criou 14.353 vagas no mesmo período.
Este é o melhor desempenho de abril na série histórica do Novo Caged para o Ceará, que teve início em 2020. Além disso, o número de contratações com carteira assinada (56.152) superou o de demissões (46.931), refletindo um saldo positivo na economia estadual. Em 2024, o total de empregos com carteira assinada no Ceará atingiu 1.409.565, conforme destacou o governador Elmano de Freitas, que comemorou os avanços nas redes sociais. Ele atribuiu os resultados ao esforço do governo para atrair investimentos, fortalecer empresas e impulsionar os negócios locais, afirmando que continuará trabalhando para gerar mais oportunidades para a população.
Os setores que mais contribuíram para esse crescimento foram serviços, com 4.095 novas vagas, e construção civil, com 2.472. Já o comércio criou 1.465 empregos, enquanto a indústria gerou 1.340 novas posições. No total, o nível de ocupação formal no Ceará atingiu 1.422.069 empregos com carteira assinada neste ano.
Vladyson Viana, secretário do Trabalho, destacou a importância da parceria entre o governo estadual, o governo federal e o setor produtivo. Segundo ele, políticas públicas como o Minha Casa Minha Vida e o Entrada Moradia criam um ambiente favorável para a atração de investimentos e a expansão dos negócios existentes no estado.
Em 2024, o Ceará já gerou um saldo de 56.231 novos empregos, representando um crescimento de 7,8% em relação ao saldo de 2023. No ano passado, o saldo foi de 614.833 admissões contra 558.602 demissões, o que corresponde a uma ampliação de 4,15%, superior à média nacional de 3,72%.



