Novo medicamento contra Alzheimer traz esperança, mas acesso ainda é restrito


Novo medicamento contra Alzheimer traz esperança, mas acesso ainda é restrito

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, em abril deste ano, o uso do medicamento Kisunla (donanemabe), desenvolvido pela farmacêutica Eli Lilly. O fármaco representa um marco importante: é o primeiro tratamento inovador para o Alzheimer lançado em mais de 20 anos e mostra resultados promissores ao retardar a progressão da doença em pacientes nos estágios iniciais.

Apesar do avanço científico, o acesso ao tratamento ainda será limitado. O Kisunla estará disponível apenas em clínicas e hospitais particulares, com custo elevado, o que restringe seu alcance à maior parte da população. Até o momento, não há previsão de inclusão no Sistema Único de Saúde (SUS) nem obrigatoriedade de cobertura pelos planos de saúde.

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