Planos de saúde passam a oferecer implante contraceptivo Implanon de forma obrigatória
A partir desta segunda-feira (1º), os planos de saúde são obrigados a disponibilizar, sem custo adicional, o implante subdérmico contraceptivo de etonogestrel, conhecido como Implanon. A medida vale para mulheres entre 18 e 49 anos, com objetivo de prevenir gestações não planejadas, conforme decisão da diretoria colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
O Ministério da Saúde já havia anunciado, em julho, que o Implanon também será ofertado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo o órgão, o método se destaca pela longa duração e alta eficácia em comparação a outros contraceptivos.
O Governo Federal prevê a distribuição de 1,8 milhão de unidades, sendo 500 mil ainda neste ano, com investimento estimado em R$ 245 milhões. Atualmente, o produto custa entre R$ 2 mil e R$ 4 mil no mercado particular.
Como funciona o implante?
O Implanon atua por até três anos sem necessidade de manutenção. Após esse período, deve ser retirado e, se necessário, substituído por um novo. De acordo com o Ministério da Saúde, a fertilidade da mulher retorna rapidamente após a remoção do dispositivo.



